segunda-feira, 25 de abril de 2011

A falta que faz um amor...

Manhãs solitárias, tardes vazias, noites tristes.
Como faz falta um amor...
A quem diga que não sente falta alguma, que prefere a liberdade do "ficar", mas eu, assim como tantas outras, sou uma mulher a moda antiga, prefiro um companhia fixa, ter alguém com quem possa contar.
Como faz falta ter alguém pra ligar quando precisa de colo, alguém pra sentir saudade, alguém pra te proteger, alguém pra te fazer esquecer do mundo... 
Já tive vários "alguéns" e as dolorosas experiências vividas me fizeram acreditar que um tempo sozinha me livaria ao autoconhecimento, a maturidade...
Agora vivendo a desejada solidão, chego a conclusão que de nada me serve esse tal conhecimento de mim mesma, nem essa maturidade solitária. 
Quero novamente viver experiências mesmo que elas me causem algum tipo de dor.

Conclusão:
Continuarei beijando sapos. Permaneço na minha incasavél busca pelo príncipe encantado.
  

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